Jorge Magalhães Correia, Presidente do Conselho de Administração da Fidelidade, anunciou este sábado, em Lisboa, durante um evento com diversos stakeholders da companhia, que será criada a Fundação Fidelidade no próximo ano. Ele revelou esta informação em “primeira-mão”, afirmando que “o objetivo é transformar o nosso contributo para a sociedade em algo duradouro e permanente”, para uma plateia de 4.000 pessoas.
A Fidelidade tem como meta contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade sustentável. Para isso, criou o compromisso We Care, que, com a Fundação, passará a beneficiar não apenas os clientes da Fidelidade, mas a sociedade civil em geral.
“A Fundação We Care Fidelidade terá uma missão que vai além do cultural, porém, este não será o seu foco principal”, declarou o Chairman da Fidelidade.
“Não queremos que seja apenas mais uma fundação”, acrescentou, ressaltando a necessidade de realizar algo distinto, mas concreto, alinhado com a expertise da companhia. Ele destacou que a fundação terá como eixo central a Longevidade e a questão das mortes precoces, lembrando que a taxa de mortalidade antes dos 70 anos é alta em Portugal. “De acordo com alguns estudos, aproximadamente 65% dessas mortes poderiam ter sido evitadas ou prevenidas”, afirmou.
No MEO Arena, a Fidelidade reuniu seus colaboradores e outros profissionais de áreas correlatas para “Pensar Maior” sobre Distribuição, Longevidade e o Cliente, com o intuito de compartilhar a visão estratégica do Grupo Fidelidade para os próximos anos.
Presentes na plateia estavam o presidente e fundador da Fosun, Guo Guangchang, e António Farinha de Morais, chairman da CGD.
“As empresas são aquilo que os acionistas permitem que elas sejam”, concluiu Jorge Magalhães Correia.









