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Cortes podem afastar SNS da vanguarda da inovação tecnológica

Cortes podem afastar SNS da vanguarda da inovação tecnológica

Empresas de dispositivos médicos criticam a restrição orçamentária e continuam a lutar pelo fim do imposto extra criado pelo governo de Costa. A inovação na área da saúde avança rapidamente: um dispositivo clínico normalmente tem um ciclo de vida de 18 a 24 meses. Isso significa que, a cada ano e meio ou dois, surge um novo aparelho ou upgrades com funcionalidades adicionais. Se a restrição orçamentária de 2026 envolver “cortes cegos”, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) enfrentará dificuldades ainda maiores para acompanhar essa evolução, aumentando o fosso já existente em relação ao setor privado.A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) expressa essa preocupação. Em declarações ao Jornal Económico (JE), o diretor executivo, João Gonçalves, manifestou preocupação com a redução de 10,1% na aquisição de bens e serviços no orçamento para a Saúde.Gonçalves ressalta que “ainda não está bem claro como esses 10,1% (cerca de 887 milhões de euros) serão distribuídos” na rubrica que abrange não apenas despesas com dispositivos médicos, mas também com medicamentos, transporte, serviços de terceiros entre outros. Se a intenção, como afirma o Governo, é promover ganhos de eficiência, a APORMED concorda totalmente – “é amplamente reconhecido que existe algum desperdício significativo nos hospitais do SNS”.Presente esta semana no evento em que a Sword Health – empresa que atua na prestação de cuidados de saúde com inteligência artificial – anunciou um investimento de 250 milhões de euros em Portugal até 2028, o Primeiro-Ministro destacou a visão do Governo: o país requer “mais cuidados …

Esportes

Diogo Dalot após o triunfo contra o Chelsea: «Isto é o básico que devemos oferecer ao time, após tudo o que enfrentámos»

Diogo Dalot após o triunfo contra o Chelsea: Isto é o básico que devemos oferecer ao time, após tudo o que enfrentámos

- Anúncio - No último sábado, o Manchester United venceu o Chelsea pela margem mínima e garantiu o terceiro lugar na Premier League. Em entrevista à DAZN, Diogo Dalot refletiu sobre a importância deste triunfo: «Um jogo importantíssimo; é sempre difícil jogar neste estádio, e esta vitória significa muito para nós. Sabíamos da importância do jogo, já que não tínhamos vencido nas últimas partidas, por isso era vital reagirmos, e mesmo com alguns contratempos na equipa, devemos dar todo o crédito ao Ayden e ao Nous, que fizeram um trabalho fantástico na defesa. Foi ótimo para a equipa, para os adeptos que estavam aqui a celebrar connosco; acho que foi uma noite fantástica para todos». Dalot também comentou sobre o bom momento da equipe, em contraste com os desafios enfrentados nos últimos anos em Old Trafford: «Isto é o mínimo que podemos fazer pelo clube, depois de tudo o que passámos nos últimos anos. Acho que esta é a única forma de realmente voltarmos ao topo e colocarmos o clube onde ele pertence. Às vezes, são momentos como estes que nos dão motivação extra para continuarmos e nos dão um pouco mais de autoconfiança. Acho que ainda temos algumas dúvidas sobre nós mesmos e sobre o que somos capazes, como clube, como equipa, como jogadores. Com exibições como esta, podemos andar com a cabeça um pouco mais erguida e jogar com mais confiança. Continuo a achar que poderíamos ter tido mais controle do jogo, mas quando não conseguimos, temos de …

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