Hélder Sousa: O vereador que o Porto precisa

Hélder Sousa: O vereador que o Porto precisa

“Eu não posso deixar de ser otimista ao testemunhar uma mobilização tão significativa, quando temos um candidato do qual temos tanto orgulho como Hélder Sousa, que merece ser… Vou reformular: o Porto merece ter um vereador como Hélder Sousa,” expressou Rui Tavares durante um evento de campanha para as eleições municipais no dia 12, no centro do Porto.

Acompanhado por cerca de vinte apoiantes, incluindo o candidato Hélder Sousa e os deputados da Assembleia da República eleitos pelo Porto, Jorge Pinto e Filipa Pinto, Tavares elogiou a “atenção aos detalhes, o conhecimento da cidade, a disposição para respeitar a cultura da cidade” demonstrados pelo líder do Livre.

Destaque para o fato de que Porto “tem tratado bem o Livre”, Tavares expressou total certeza de que o povo do Porto “não deixará passar esta oportunidade.”

Por volta de 48 horas antes, também no Porto, o Primeiro-Ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, enfatizou a importância de aumentar a visibilidade policial e regular a imigração, afirmando que as políticas do Governo estão alinhadas com as de Pedro Duarte (um candidato apoiado pelos sociais-democratas, CDS-PP e IL) que já propôs um “plano especial para reforçar a segurança” na cidade.

Respondendo a essas declarações, Tavares considerou que isso reflete “uma ideia muito pequena do que o Porto pode ser” e “um debate confinado a termos algo mesquinhos.”

“O que é preciso entender no Porto, assim como em outras cidades de Portugal, é que a nossa riqueza vem precisamente dessa dinâmica, dessa tensão entre a pequenez e a grandeza: um país que é relativamente pequeno, mas que tem conexões com o mundo todo,” argumentou.

Momentos antes de visitar o centro comercial Stop, no coração do Porto, Rui Tavares cruzou-se com uma delegação menor de Pedro Duarte na entrada.

Os dois se cumprimentaram e descobriram que tinham reuniões agendadas ao mesmo tempo com diferentes entidades naquele edifício, recentemente classificado como monumento de interesse municipal.

Para o Livre, o Stop exemplifica uma proposta que desejam ver replicada em todo o país: casas de criação, espaços artísticos destinados a energizar comunidades e promover a integração.

Num espaço que abriga centenas de artistas de música, com diversos estúdios, Tavares não resistiu a tocar um pouco de bateria, mas parou por aí.

“A história da música do Porto nas últimas décadas é a história da música portuguesa nas últimas décadas. A música portuguesa não seria a mesma sem GNR, Rui Veloso, Clã, Ornatos Violeta, Repórter Estrábico e tantos outros que estiveram aqui,” elogiou.

Ao ser questionado sobre o motivo pelo qual, ao contrário de Vila Nova de Gaia, onde o Livre formou uma coligação com a esquerda pela manhã, não há tal coligação no Porto, Tavares reiterou, “cada caso é diferente.”

“Aqui no Porto, consideramos que para ter toda essa ambição, para ter este programa avançado, para fazer as coisas da maneira do Livre, esta candidatura tinha que ser autônoma,” enfatizou.

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