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Rui Borges analisou o jogo entre FC Porto e Sporting. O encontro de segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal terminou empatado em 0-0, resultando na passagem dos leões à final. O técnico português iniciou sua análise afirmando:
«Estou orgulhoso do que a equipe conseguiu. Fomos superiores com a bola na primeira parte, enquanto o FC Porto se destacou na segunda. Sentimos a queda física, o que é natural nesta fase da época, mas o espírito da equipe se manteve firme. Sabíamos que teríamos momentos de sofrimento. As lesões de Inácio e Hjulmand, com duas entorses, dificultaram nossas substituições. Considerando tudo, o grupo merece estar na final».
«Na primeira parte, mostramos um bom controle de bola. Conseguimos superar quase sempre a pressão do FC Porto; eles tiveram apenas uma oportunidade de perigo aos 47 minutos. Na segunda parte, o cansaço começou a aparecer, algo inevitável devido aos últimos jogos e às lesões. Destaco o espírito coletivo da equipe. Eles ainda são os campeões nacionais e merecem esse respeito e valorização. Os adeptos também foram essenciais no segundo tempo, estavam conosco, sofrendo e lutando».
«É gratificante porque a época tem sido boa. O grupo merece reconhecimento pelo seu desempenho. O campeonato está mais difícil, a Champions foi fantástica para nós, e não deixamos a desejar em nenhum momento. Continuamos lutando pelo campeonato e agora temos uma final da Taça. Isso engrandece o Sporting, queremos brigar até o fim por esses troféus».
«Sobre as palavras de Farioli? Não tenho comentário. Na segunda parte, eles foram melhores com a bola; na primeira parte, nós dominamos. Quanto ao tempo? Ele deve ter se esquecido das bolas e toalhas».
«As lesões de Inácio e Hjulmand? Foram duas entorses, estamos aguardando uma atualização. Serão baixas para os próximos jogos, espero que não seja nada grave. Acredito que com trabalho podemos superar esses desafios».









