“Se alguém coloca cartazes para ser falado, eu não irei contribuir com isso, e não gosto de vencer por default. Nós venceremos contra essas ideias retrógradas na campanha,” afirmou o candidato apoiado pelo IL durante a cerimônia de posse de Carlos Moedas como prefeito de Lisboa.
Cotrim Figueiredo se recusou a comentar uma noção apoiada pelo almirante Gouveia e Melo sobre partidos que pretendem colocar “cavalos de Troia” no Palácio de Belém para influenciar decisões posteriormente.
“Quando se trata de cavalos de Troia, o almirante, com seu conhecimento de história militar, sabe mais do que eu, com certeza. Eu serei o mais independente de todos os candidatos, como já demonstrei em minha carreira,” enfatizou.
O ex-líder liberal afirmou que suas decisões serão tomadas considerando o interesse de seus eleitores, “e não de ninguém mais” que possa querer influenciá-lo. “Sou um candidato presidencial acima do partido de onde venho,” destacou.
Cotrim também se recusou a comentar a controvérsia envolvendo o conselheiro do partido em Sintra, que foi politicamente afastado pela liderança do partido após concordar em entrar em uma coalizão com o Chega, embora tenha observado que “não é desejável qualquer confusão ética na política.”
O ex-líder do IL também desejou a Carlos Moedas o maior sucesso, considerando que “quanto melhor for seu mandato, melhor será para todos.”
O Ministério Público (MP) abriu uma investigação, após várias denúncias, sobre os cartazes do Chega a respeito de Bangladesh e da comunidade cigana, informou hoje a Procuradoria Geral da República (PGR).
“Confirma-se apenas que foram recebidas denúncias, que levaram a uma investigação que está atualmente em andamento,” declarou uma fonte oficial da PGR hoje à Lusa.









