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Francesco Farioli analisou o confronto entre o FC Porto e o Nottingham Forest na primeira mão dos quartos de final da Europa League. O jogo terminou empatado em 1-1, e o técnico fez os seguintes comentários:
«Houve uma equipa que tentou tudo para ganhar e fomos nós. Criámos várias oportunidades e remates à baliza. Criámos o suficiente para vencer, mas sem o killer instinct perdemos pontos, e foi o que aconteceu».
«Impacto do auto-golo? Tivemos o auto-golo e a lesão, que não mudaram dinâmicas, mas fizeram-nos gastar uma substituição. É preciso reconectar. Tivemos momentos na primeira parte em que não estivemos ao nosso nível. Tínhamos boas oportunidades na primeira parte, cinco na primeira, três na segunda. No momento de finalizar, é preciso fazê-lo; não podemos esperar por outras oportunidades».
«Defesa a 3 do Nottingham Forest? Começámos bem, com bons momentos com a bola e em transição. Foi um bom jogo, apesar de ter faltado alguma intensidade. Precisamos recuperá-la. Em certos momentos, senti que não estivemos no nível desejado, mas criar tantas oportunidades contra uma equipa da Premier League é um motivo de lamento».
«Intensidade? Ela esteve relacionada com o auto-golo, mesmo com a reação fantástica do estádio e dos jogadores em campo. Demos um pouco de energia ao Nottingham, que não estava a criar perigo. Perdemos uma oportunidade de nos colocarmos numa boa posição, mas na próxima semana jogamos em Nottingham».
«Treinar o instinto matador? Não sei se é possível, mas temos que encontrar uma maneira de fazer isso».









