Os Sindicatos da UGT – Mais Sindicato, SBC e SBN – estão a reivindicar um aumento salarial de 5,7%, enquanto a Caixa Geral de Depósitos apresentou uma proposta de aumento médio de 1,8%, recusando quaisquer alterações no clausulado. Os sindicatos rejeitaram essa proposta.
Em relação à revisão salarial, a Caixa sugere um aumento médio de 1,8% nas tabelas e nas cláusulas monetárias, exceto nas diuturnidades e no abono de falhas, que permaneceriam com os valores atuais. Por exemplo, o subsídio de refeição teria um aumento de 24 cêntimos, conforme relatam os sindicatos.
A CGD justifica a sua proposta afirmando que o aumento médio de 1,8% representa uma estimativa de crescimento da massa salarial de cerca de 3%, levando em conta cerca de 20% de promoções, e que se prevê a manutenção dos valores a título de prémio de desempenho e incentivos comerciais, segundo as informações dos sindicatos.
No entanto, essa proposta foi prontamente rejeitada, evidenciando que as negociações não começaram de forma promissora.
A proposta sindical para 2026, apresentada à Caixa em setembro, defende um aumento de 5,7% na tabela e cláusulas pecuniárias, além de propor alteração e inovação no clausulado. A resposta da CGD recebida em outubro foi considerada devastadora para os trabalhadores e demonstra desrespeito por aqueles que, com seu esforço e profissionalismo, tornam o banco público o mais rentável do setor em Portugal, de acordo com o comunicado.
Na primeira reunião de negociações entre Mais, SBN e SBC e a CGD, realizada em 4 de novembro, ficou clara a grande disparidade de posições.
Os sindicatos Mais, SBN e SBC expressaram sua rejeição à resposta da CGD, considerando a percentagem de aumento inaceitável. Também refutaram a proposta da Caixa de não conceder aumento a certas rubricas, como as diuturnidades.









