A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, assinará no sábado, 17 de janeiro, o tratado de livre comércio com o Mercosul, conforme confirmado hoje pela União Europeia (UE).
A UE deu luz verde na sexta-feira para o avanço deste importante acordo comercial com o bloco sul-americano, apesar da oposição de vários países, incluindo França, Hungria, Polônia, Irlanda e Áustria.
Resultado de mais de 25 anos de negociações, este acordo é considerado por seus defensores como crucial para impulsionar as exportações, apoiar a economia do continente e fortalecer os laços diplomáticos em um contexto de incerteza global.
No entanto, o acordo gerou protestos por parte de agricultores, que temem um afluxo de carne bovina e outros produtos baratos provenientes da América do Sul.
Manifestações ocorreram em diversos países europeus para se opor a este tratado entre a UE, a Argentina, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai, que criará uma das maiores zonas de comércio livre do mundo.
O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, já havia anunciado que o acordo seria assinado no próximo sábado.
O Paraguai ocupa atualmente a presidência rotativa do Mercosul.









