Ao anunciar, a Drivetel—que foi adquirida pelo Grupo Greengray em setembro e é responsável pelo desenvolvimento deste projeto em colaboração com seu parceiro tecnológico, a NetCeed—destaca a grande escala desta operação em um ambiente subterrâneo altamente regulamentado, abrangendo oito túneis, 39 estações e sete salas técnicas.
A iniciativa também envolve a instalação de mais de 300 antenas em salões, plataformas e em outras áreas, sustentadas por mais de 12 quilômetros de cabos híbridos (fibra óptica e energia) e 10 quilômetros de cabos RF, tornando-se uma das maiores instalações já realizadas no país em um contexto subterrâneo.
A Drivetel supervisiona os aspectos de engenharia e implementação técnica deste projeto, aproveitando sua expertise em soluções de telecomunicações para infraestruturas críticas e ambientes de alta complexidade.
Após a conclusão do primeiro setor da Linha Amarela, as fases subsequentes do projeto continuarão, sendo descritas como “uma das maiores atualizações de rede subterrânea já realizadas em Portugal”, com o objetivo de garantir uma cobertura móvel mais robusta, estável e uniforme para os milhares de passageiros que utilizam o metrô de Lisboa diariamente.
A Drivetel destaca essa modernização como “um passo decisivo em direção a uma mobilidade mais conectada e eficiente, pronta para atender às demandas digitais da próxima década.”









