De acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto e dois documentos regulamentares, a fusão reuniria os foguetões de Musk, os satélites Starlink, a plataforma de redes sociais X e o chatbot Grok sob um mesmo teto, conforme reportado pela Reuters.
A SpaceX está a avaliar a possibilidade de firmar acordos com outras empresas lideradas por Elon Musk, levando os investidores a analisar combinações entre os setores espacial, de condução autónoma e inteligência artificial, para identificar a alternativa mais viável, segundo a Reuters.
Atualmente, a fabricante de foguetões está em negociações para se fundir com a xAI, antes de uma oferta pública inicial (IPO) planejada para este ano.
A Reuters não conseguiu obter informações sobre o valor, o cronograma ou a justificativa principal para o acordo.
Além disso, a SpaceX também está considerando uma fusão com a fabricante de veículos elétricos de Musk, a Tesla, conforme noticiado pela Bloomberg.
Gene Munster, acionista da Tesla e managing partner da Deepwater Asset Management, que investe na xAI, comentou à Reuters: “Penso que é muito provável que a xAI acabe com uma de duas partes”.
Elon Musk, atualmente o homem mais rico do mundo, é o CEO tanto da SpaceX quanto da empresa de inteligência artificial xAI, que controla a X.
Além disso, Musk dirige a Tesla, a empresa de túneis The Boring Co e a empresa de neurotecnologia Neuralink.
Munster ainda destacou: “O que é importante para o Elon é ter uma visão ambiciosa, da qual possa participar desde o início”.
Uma possibilidade interessante seria a aquisição da xAI pela Tesla, o que fortaleceria os objetivos da fabricante de veículos elétricos em relação a robôs e carros autónomos, frisou.









