As cooperativas habitacionais ajudam a diminuir o preço final das casas voltadas para jovens e famílias em situações de vulnerabilidade, mas as exigências relacionadas à eficiência energética nos contratos públicos acabam por desestimular construtores. Além disso, há uma escassez de mão de obra e de terrenos urbanos disponíveis.
Os jovens não permanecem na casa dos pais por opção, mas sim por não conseguirem arcar com os custos de uma habitação própria. Os elevados preços de compra e arrendamento estão a forçar um número recorde de jovens entre os 18 e os 34 anos a permanecer em seus quartos de infância. Como resolver esta situação? “É necessário criar uma oferta específica para esses segmentos, com preços que sejam compatíveis com suas capacidades financeiras. Para as famílias mais vulneráveis, isso significa habitação com valores entre 1.500 e 2.300 euros por metro quadrado. Já para a classe média-baixa e média, os preços devem variar, em média, entre 2.500 e 3.500 euros por metro quadrado”, diz João Moura, sócio da EY – Real Estate, Hospitality & Construction.
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