O presidente Marcelo Rebelo de Sousa expressou sua tristeza na terça-feira pela morte de Constança Cunha e Sá, lembrando-a como “uma figura singular do jornalismo português.”
Em uma declaração no site da Presidência, ele acrescentou que a jornalista “deixa uma memória indelével para todos aqueles que tiveram o privilégio de trabalhar e interagir com ela.”
A declaração também revisou a carreira profissional de Constança Cunha e Sá, mencionando que a comentadora política começou sua trajetória aos 29 anos na Revista Sábado, passando pela semanal O Independente, Diário Económico e TVI, onde atuou como editora e comentadora política.
“Uma mulher de grande caráter, inteligência e rigor, destacou-se pelo seu pensamento independente e um constante sentido de responsabilidade cívica,” acrescentou.
Por fim, “o Presidente da República estende suas sentidas condolências à sua família.”
Constança Cunha e Sá faleceu aos 67 anos. A informação foi divulgada pela CNN e confirmada ao Notícias ao Minuto, que soube que a jornalista estava doente.
Além do Presidente, o Ministro dos Negócios Estrangeiros também reagiu à morte de Constança Cunha e Sá.
No X, Paulo Rangel escreveu: “Constança Cunha e Sá. Inteligente, culta, frontal, com tanta ironia quanto exigência. Nela encarnou o escrúpulo jornalístico. Amava a vida em e com todas as contradições. Humana, demasiado humana para o nosso tempo – o tempo da inteligência artificial. Adeus, Constança.”
Constança Cunha e Sá. Inteligente, culta, frontal, com tanta ironia quanto exigência. Nela encarnou o escrúpulo jornalístico. Amava a vida em e com todas as contradições. Humana, demasiado humana para o nosso tempo – o tempo da inteligência artificial. Adeus, Constança.
— Paulo Rangel (@PauloRangel_pt) 2 de dezembro de 2025
De maneira semelhante, José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, onde a jornalista trabalhou por mais de vinte anos, reagiu à morte de Constança Cunha e Sá. Em uma nota de condolências enviada às redações, ele recordou as contribuições da comunicadora e comentadora ao canal.
“É com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Constança Cunha e Sá,” começou.
“Constança foi uma voz firme e respeitada no jornalismo português, sempre clara e corajosa em sua análise. Sua presença em nossa emissora e no debate público sempre representou um compromisso com a verdade e a independência editorial,” afirmou o diretor-geral da estação de Queluz de Baixo.
Ele acrescentou: “A todos que a conheceram, especialmente familiares, amigos e colegas, estendo minhas mais profundas condolências.”
Constança Cunha e Sá, jornalista e comentadora política, faleceu aos 67 anos. A jornalista, que trabalhou na Sábado, O Independente e, mais recentemente, na TVI, estava doente.









