Durante uma conferência de imprensa realizada após a reunião do Conselho de Ministros de hoje, o Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, destacou que 29% das vagas para graduados em medicina permaneceram não preenchidas no último ano letivo, com este ano a cifra a situar-se em 24%, apesar da crescente necessidade de mais médicos.
“Essas são posições médicas necessárias que ficam por preencher devido a quotas rígidas. Acreditamos que deve haver mais flexibilidade para as universidades gerirem essas vagas, permitindo que mais estudantes de medicina sejam admitidos, o que está alinhado com a abertura de novos cursos que apoiamos e acolhemos”, enfatizou o ministro, descrevendo o decreto como uma medida importante para o futuro do setor.
A medida visa conferir maior autonomia às universidades, em consonância com a abertura de novos cursos e a necessidade de formar mais médicos.









