O Famalicão qualificou-se para os oitavos de final da Taça de Portugal neste sábado, ao vencer o Estoril por 2-1, em um confronto entre equipas da Primeira Liga.
Logo nos dois minutos iniciais, Van de Looi adiantou os nortenhos no placar. O segundo golo do Famalicão foi marcado pelo lateral angolano Pedro Bondo, aos 79 minutos.
Embora o Estoril tenha reduzido a diferença aos 87 minutos com um golo de Marqués, não conseguiu ir além disso.
No final do jogo, Ian Cathro, treinador dos Canarinhos, expressou a sua frustração pela forma como a equipa sofreu os dois golos.
“Pode haver dois discursos para a análise deste jogo. Um discurso mais comum apontaria que sofremos dois golos devido a dois erros, mas ao longo do jogo estivemos bem, competentes, com capacidade de criar situações e talvez merecêssemos mais. No entanto, ao sofrer dois golos assim, não merecemos nada. Podemos abordar a análise por esses dois caminhos, mas como queremos melhorar e acelerar esse processo, vou dizer que não merecemos nada e vamos para casa refletindo sobre os golos que sofremos. Estávamos muito mais perto do empate do que de sofrermos o 2-0, e esse golo tornou tudo mais complicado”, analisou o técnico do Estoril.
Por sua vez, Hugo Oliveira, treinador do Famalicão, não ficou satisfeito com o golo sofrido que deu esperanças aos canarinhos.
“Fizemos uma boa primeira parte e até ao intervalo poderíamos ter marcado mais um golo. Na segunda parte, o Estoril alterou sua estrutura e forma de jogar, e nós, com a bola, deveríamos ter conseguido mantê-la mais tempo, demonstrando mais maturidade e finalizando o jogo de forma mais clara. Mesmo assim, marcamos de bola parada e depois, precisaríamos ser ainda mais maduros e não terminar o jogo a sofrer como acabámos”, comentou.









