No novo cargo, o oficial eleito Luís Filipe Menezes expressou preocupações nas redes sociais sobre “projetos mal coordenados e falta de supervisão,” atribuindo a culpa à empresa de transporte e à administração socialista anterior do município.
“A nova administração do Metro deve assumir o infeliz legado que recebeu. Devem imediatamente compensar todos os cidadãos afetados e a Câmara Municipal pelos danos agora incorridos, e também pelos dois anos de estradas municipais disfarçadas com desvios de tráfego sem sentido,” escreveu Menezes.
Menezes pediu à administração do Metro do Porto e ao estado que “assumam responsabilidades complementares” e propôs negociar com o consórcio de construção para acelerar as obras.
“Ninguém pode suportar mais dois anos deste tormento,” acrescentou o recém-eleito oficial, que foi eleito através da coligação PSD/CDS-PP/IL e retorna à liderança da Câmara Municipal de Gaia, a qual já chefiou de 1997 a 2013.
A agência Lusa contactou o Metro do Porto, que se recusou a comentar.









