O PCP deseja promover mudanças e salários para as forças armadas e de segurança – PPulse

O PCP deseja promover mudanças e salários para as forças armadas e de segurança - PPulse

O grupo parlamentar do PCP destaca que o estatuto da polícia para os agentes da Unidade de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP prevê “a atribuição de suplementos remuneratórios com base na especialização, na demanda e no desgaste associado a determinados serviços.”

“Dado que este regulamento não foi implementado há dez anos e que os suplementos não são revistos de forma abrangente desde 2009, o PCP argumenta que, de imediato, deveria ser criado o suplemento por serviço especial para funções operacionais na UNEF da PSP e indexado ao valor do suplemento por serviço especial para operações de investigação criminal, fixado em 149,33 euros,” afirma o projeto de lei.

De acordo com a proposta do PCP, posteriormente, o Governo deveria “iniciar um processo de revisão dos suplementos remuneratórios dos profissionais da PSP, em negociação com as respetivas estruturas sindicais.”

A respeito da revisão do complemento de reforma para os profissionais das Forças Armadas, o grupo comunista argumenta que é necessário “corrigir injustiças” relativamente ao “pessoal militar e militarizado” no que diz respeito ao cálculo das suas pensões.

<p“O pessoal militar e militarizado (…) abrangido pelo regime de convergência e pelo regime geral têm direito a um complemento de pensão correspondente à diferença entre o valor da pensão e 90% do último valor de remuneração em reserva. Sempre que ocorrem mudanças na tabela remuneratória, o complemento de pensão é atualizado de acordo com o posto, a posição remuneratória e o nível correspondente ao que o militar ocupava quando passou à reserva,” lê-se neste projeto do PCP.

O PCP também apresentou um projeto para a revisão do complemento de pensão destinado ao pessoal com funções policiais da PSP, ao pessoal da carreira de investigação criminal, ao pessoal da carreira de segurança e aos especialistas em polícia científica, com funções de inspeção e identificação judicial da PJ e ao pessoal do Corpo da Guarda Prisional.

O grupo comunista considera que, também no caso destes profissionais das forças e serviços de segurança, é necessário “corrigir injustiças no cálculo das suas pensões.”

Para estes trabalhadores, o PCP defende ainda a concessão de “um complemento de pensão que corresponde à diferença entre o valor da pensão e 90% do último valor de remuneração em pré-reforma ou disponibilidade.”

No presente projeto de lei, o PCP observa que “atualmente, estão em vigor múltiplas fórmulas possíveis para o cálculo das pensões dos trabalhadores das forças e serviços de segurança.”

<p“Essa desigualdade de tratamento não pode ser aceitável, nem pode haver potencial para um corte de cerca de metade do valor da pensão em comparação com o salário ativo. É necessário homogeneizar o valor da pensão, nivelando por cima e não por baixo, garantindo justiça, dignidade e segurança para aqueles que trabalharam uma vida inteira ao serviço do país,” argumenta a proposta do PCP.

Nuno Martins Craveiro, jornalista de 42 anos, é o responsável pela estratégia e coordenação de conteúdos da axLisboa.pt. Com uma visão abrangente e rigorosa, supervisiona as diversas áreas editoriais do site, que abrangem desde a atualidade local e nacional até à economia, desporto e ciência.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

axLisboa.pt
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.