Em uma declaração, Luís Saraiva, também coordenador do partido Chega em Mirandela, explicou que devido a “diferenças insuperáveis com a liderança do partido no distrito, bem como uma evidente falta de apoio durante a campanha, tanto a nível local como nacional”, decidiu se demitir do partido, saindo com a “consciência tranquila”.
Ele enfatizou que não é um “político de carreira” e que sua “única preocupação” é o “futuro de Mirandela”, por meio de “políticas sensatas, realistas e viáveis, priorizando as necessidades básicas da população”.
Quando questionado se assumiria o cargo como vereador independente, Luís Saraiva confirmou, mas afirmou que só faria novas declarações após a posse em 29 de outubro.
Nas eleições locais, o Chega foi a terceira força política mais votada em Mirandela, com 10% dos votos, o que permitiu a eleição de um vereador, embora sem pasta.
Esta é a primeira vez que o partido elege um vereador neste município.
Embora o PS tenha vencido a eleição com 38,49% dos votos, há um empate nas mandatos eleitos. O PS elegeu três vereadores, o PSD elegeu outros três, e o Chega um.









