Isabel Abreu possui um extenso currículo nas áreas de cinema, teatro e televisão. No teatro, colaborou com diretores como Tiago Rodrigues, Marco Martins, Nuno Cardoso, Tonan Quito, Miguel Loureiro, Mathilde Monnier e Christiane Jatahy. Com a peça Catarina e a Beleza de Matar Fascistas, fez parte de uma turnê nacional e internacional que recebeu o Prêmio da Crítica Francesa e o Prêmio Ubu, na Itália. Ela também atuou em Hamlet, no Thêatre de l’Odéon, em Paris, e em Black Lights, ambas amplamente aclamadas na França. Isabel foi premiada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Teatro e o Prêmio SPA de Melhor Atriz. No cinema, participou de produções de Tiago Guedes, Sérgio Graciano, Carlos Conceição e Sandro Aguilar.
É com Sandro Aguilar que ela retorna às telonas com Primeira Pessoa do Plural, que competiu no Festival Internacional de Cinema de Roterdã e estreia esta semana nos cinemas nacionais. No filme, Mateus e Irene se preparam para comemorar o 20º aniversário de casamento em um luxuoso resort em uma ilha tropical, deixando o filho adolescente por conta própria, perigosamente à deriva. No entanto, antes da partida, o casal precisa inesperadamente passar uma noite separado. Durante esse período, os efeitos colaterais das vacinas se fazem sentir: febres, desmaios, arrepios e alucinações. Ao lado de Isabel Abreu, que interpreta a mãe, estão Albano Jerónimo como o pai e Eduardo Aguilar como o filho adolescente.
Valor Sentimental, de Joachim Trier, está em exibição nas salas de cinema. Trata-se de um drama intimista protagonizado por Renate Reinsve, Stellan Skarsgård, Inga Ibsdotter Lilleaas e Elle Fanning, que conta o reencontro de Nora e Agnes com o pai, um diretor outrora renomado, que oferece a Nora – atriz de teatro – um papel no que ele espera ser o seu filme de retorno. Quando Nora recusa, logo descobre que o papel foi oferecido a uma jovem estrela de Hollywood. Valor Sentimental recebeu nove indicações ao Oscar. “É um filme que transporta a poesia, a sensibilidade e o belo”, considera Isabel Abreu.
Bruno Pernadas se apresentará ao vivo na Culturgest nos dias 19 e 20 de fevereiro, às 21h. “Sugiro o concerto do Bruno Pernadas, porque para mim seu trabalho é sempre uma viagem sonora absolutamente incrível.” O músico lançará seu novo álbum unlikely, maybe, que mistura sonoridades indie, pop e jazz.
Happy Days, de Samuel Beckett, estará em cena no Teatro Meridional até 1 de março. “É absolutamente maravilhoso poder ver este texto interpretado pela incrível Mónica Garnel, com Miguel Seabra na direção”, comenta a atriz sobre o clássico de Beckett, onde uma mulher aparece soterrada até à cintura – e, durante o segundo ato, até ao pescoço –, criando “um universo em que o tempo se arrasta, o corpo se imobiliza e a palavra resiste como gesto final de sobrevivência”, nas palavras do encenador e diretor artístico do Teatro Meridional.
O podcast TEATRA, apresentado por Marina Mota, tem como convidada Mariana Maia de Oliveira nesta quinzena. “Ouvir o podcast TEATRA, com a minha maravilhosa Marina Mota. Porque a Marina é uma das pessoas que mais admiro e, portanto, não perderia uma conversa com ela, mesmo que seja só escutá-la.” Neste podcast do Teatro Nacional D. Maria II, diferentes personalidades das artes são convidadas a participar de uma conversa sem roteiros a cada quinze dias.








